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Elayne Baeta

Elayne Baeta a baiana, escritora e lésbica. Escritora, poeta e ilustradora ela é fenômeno da literatura LGBT no Brasil. Elayne começou sua carreira como escritora escrevendo no wattpad sua historia” O amor não é obvio” , o sucesso foi tão grande se tornou um livro e em 2019 foi oficialmente publicado pela editora Record. A autora também possui um podcast autoral “lésbica e ansiosa” disponível no youtube e spotfi.

Em 2025 com o lançamento da continuação de O Amor Não É Obvio, a autora púbicou “Coisas obvias sobre o amor” e com um lançamento veio o anuncio de uma turnê literária por alguns estados do Brasil, com bate papo com a autora, sessão de autógrafos e after em baladas somente para mulheres sáficas, tudo isso com o objetivo de fazer uma arrecadação de alimentos, roupas e intes de higiene para ongs de apoio a pessoas da comunidade LGBT, no total foram mais de 1 tonelada de arecadação.

Obras

  • O Amor não é obvio (2019)
  • Oxé, baby (2021)
  • Finalmente 15 (2023)
  • Coisas obvias sobre o amor (2024)
  • O Amor não é obvio – edição especial (2025)

Leia mais:

https://www.correio24horas.com.br/asteriscao/fenomeno-das-historias-de-amor-conheca-elayne-baeta-autora-do-livro-com-a-maior-pre-venda-brasileira-0125: Elayne Baeta
https://oglobo.globo.com/blogs/ancelmo-gois/post/2024/09/coisas-obvias-sobre-o-amor-elayne-baeta-supera-a-marca-de-10-mil-livros-vendidos-somente-com-a-pre-venda.ghtml: Elayne Baeta

Gostou? Siga a autora no Instagram: @elaynebaeta

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Raphael Montes

Raphael Montes é natural do Rio de Janeiro, começou sua carreira como escritor em 2009 publicando com outros autores, em 2012 lançou seu primeiro livro Suicidas a atualmente é um dos grandes nomes das historias de suspense e terror. O autor é assumidamente gay e em suas obras possui personagens LGBTs. No ano de 2025 foi destaque por sua primeira novela Beleza Fatal que também possui muitos personagens LGBTs.

Obras

  • Suicidas (2012)
  • Dias perfeitos (2014)
  • O Vilarejo (2015)
  • Jantar secreto (2016)
  • Bom dia Veronica (2016)
  • Uma mulher no escuro (2019)
  • Bom dia Veronica (2022)
  • A magica mortal: uma aventura do esquadrão zero (2023)
  • Uma família feliz (2024)

Quer saber mais sobre o autor? siga ele no Instagram: @raphael_montes

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Natália Borges Polesso

Natália Borges Polesso (1981) é escritora, pesquisadora e tradutora. Nacisda no Rio Grande do Sul a autora já ganhou alguns prêmios pelas suas obras onde é são preponderante o protagonismo de personagens lésbicas e a abordagem do amor entre mulheres. Em 2016 com livro Amora ganhou o premio jabuti e em 2022 prêmio minuano de literatura pelo livro a extinção das abelhas.

Obras

  • 2013 – Recortes para álbum de fotografia sem gente – contos (Modelo de Nuvem)
  • 2015 – Coração à corda – poesia (Patuá)
  • 2016 – Amora – contos (Não Editora)
  • 2018 – Pé atrás – poesia (Fresta)
  • 2018 – Recortes para álbum de fotografia sem gente – contos (Não Editora)
  • 2019 – Controle – romance (Cia das Letras)
  • 2020 – Corpos Secos (com Samir Machado de MachadoMarcelo Ferroni e Luisa Geisler[7]
  • 2021 – A extinção das abelhas – romance (Cia das Letras)
  • 2022 – Formiguinhas (FTD)
  • 2023 – Foi um péssimo dia (Dublinense)

Quer conheça mais, segui a autora no Instagram: @nataliaborgespolesso

https://www.instagram.com/nataliaborgespolesso?utm_source=ig_web_button_share_sheet&igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==

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João Silvério Trevisan

João Silvério Trevisan(1944) é paulista nascido em Ribeirão Bonito é um escritor ficcional e ensaísta, roteirista e diretor de cinema, dramaturgo, coordenador de oficinas literárias, jornalista, tradutor e defensor da comunidade LGBTQIA+. João Silvério Trevisan foi um dos fundadores do grupo Somos na defesa dos direitos dos homossexuais e de sua descriminalização na década de 1970, bem como um dos fundadores do jornal Lampião da Esquina – periódico em atividade de 1978 a 1981, com distribuição nacional, considerado subversivo no período, por sua defesa de direitos civis e uso de linguagem política afiada, com o emprego de gírias gays.

Em 09 de novembro de 2023, em cerimônia solene, João Silvério Trevisan recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), 

por sua contribuição intelectual e artística como escritor, tradutor, roteirista, jornalista, diretor de cinema e dramaturgo, e em reconhecimento por sua militância em prol da cultura, das letras, das artes e das lutas da comunidade LGBTQIAP+

Obras

  • Testamento de Jônatas deixado a David (Ed. Brasiliense, 1976; contos);
  • As incríveis aventuras de El Cóndor (Ed. Brasiliense, 1980/Ed. Moderna, 1984; romance juvenil);
  • Em nome do desejo (Ed. Codecri, 1983/2ª edição Ed. Max Limonad, 1985; Editora Record, 2001; romance);
  • Vagas notícias de Melinha Marchiotti (Ed. Global, 1984; Ed. Record, 2022; romance);
  • Devassos no Paraíso (1ª e 2ª edições, Ed. Max Limonad, 1986; 3ª edição ampliada, Ed. Record, 2000; 4ª edição ampliada e atualizada, Ed. Objetiva, 2018; ensaio histórico-antropológico);
  • O Livro do Avesso (Ed. Ars Poetica, 1992; romance);
  • Ana em Veneza (Ed. Best Seller, 1994/4ª edição Ed. Record, 1998; romance);
  • Troços & destroços (Ed. Record, 1997; contos);
  • Seis balas num buraco só: A crise do masculino (Ed. Record, 1998; Ed. Schwarcz, 2021; ensaio multidisciplinar);
  • Pedaço de mim (Ed. Record, 2002; ensaios);
  • Rei do Cheiro (Ed. Record, 2009; romance);
  • Pai, Pai (Ed. Alfaguara, 2017; romance autobiográfico);
  • A Idade de Ouro do Brasil (Ed. Alfaguara, 2019; romance);
  • Meu irmão, eu mesmo (Ed. Alfaguara, 2023; romance autobiográfico).

Vídeo

Leia mais

https://www.blogletras.com/2024/06/joao-silverio-trevisan.html: João Silvério Trevisan https://revistahibrida.com.br/perfil/joao-silverio-trevisan-entrevista/: João Silvério Trevisan

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Lúcio Cardoso

“corcel de fogo encantado, sem limite para o seu galope” – Clarisse Lispector sobre Lúcio Cardoso

Joaquim Lúcio Cardoso Filho (1912-1968) é natural de Curvelo (Minas Gerais) foi um dos autores brasileiros mais importantes da década de 30 no Brasil por suas “ficções regionais, centralizando o tema de suas obras e regiões especificas do Brasil e criticando diferenças sociais.. Lúcio Cardoso foi romancista, poeta, dramaturgo e artista plástico, em 1966 foi reconhecido pela Academia Brasileira de Letras recebendo o prêmio “Machado de Assis” pelo conjunto de sua obra. O autor foi, no Brasil, uma das primeiras figuras culturais de destaque a assumir sua homossexualidade. Deixou em seu Diário (1958), escrito entre os anos de 1949 a 1958, relato bastante contundente sobre sua orientação sexual, assim como as dúvidas e culpas geradas por sua formação católica. Clarisse Lispector e Lúcio Cardoso eram grandes amigos, trocavam muitas cartas e autora era apaixonada por ele. Em 1968 ele sofreu um AVC e veio a falência.

Obras

Vídeos sobre o autor:

Leia mais:

https://revistapb.com.br/artigos/lucio-cardoso-um-entre-lugar-na-literatura/: Lúcio Cardoso https://quatrocincoum.com.br/resenhas/literatura/literatura-brasileira/diario-da-vontade-assassinada/: Lúcio Cardoso
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Cassandra Rios

Cassandra Rios é pseudônimo criado por Odette Perez Rios (1932-2002) foi a primeira escritora brasileira a retratar mulheres homossexuais em sua obra. Considerada a escritora brasileira mais perseguida durante ditadura militar, Cassandra Rios ficou conhecida popularmente como a “escritora maldita” daquela época. Em suas obras, a autora era abertamente contrária a ‘moral e aos bons costumes’ da sociedade patriarcal. 

Ao todo foram 36 livros censurados de 50 que já foram publicados ao longo de sua vida. No entanto chegou a vender mais de um milhão de exemplares, superando grandes nomes da literatura nacional, como Jorge Amado, Clarice Lispector e Érico Veríssimo.

Considerada pioneira em temas ligados ao público LGBT, a escritora se assumiu lésbica abertamente ainda jovem. Cassandra Rios veio a falecer em 2002 em decorrência de um câncer, aos 69 anos, mas ainda hoje é símbolo de resistência na literatura nacional, por suas obras terem sidos censuradas, apesar de ser uma autora importante é difícil encontrar seus livros.

Obras

  • 1948 – Volúpia do Pecado
  • 1948 – Cerne em delírio
  • 1949 – Eudemônia
  • 1951 – O gamo e a gazela
  • 1952 – O bruxo espanhol
  • 1952 – A lua escondida
  • 1952 – A sarjeta
  • 1952 – A paranoica
  • 1954 – Minha metempsicose
  • 1956 – As vedettes
  • 1956 – A madrasta – Copacabana posto 6
  • 1956 – Georgette
  • 1961 – Tara
  • 1962 – A borboleta branca
  • 1962 – Muros altos
  • 1962 – A noite tem mais luzes
  • 1963 – A breve história de Fábia
  • 1965 – Uma mulher diferente
  • 1965 – Macária
  • 1965 – Tessa, a gata
  • 1965 – A serpente e a flor
  • 1965 – Um escorpião na balança
  • 1965 – Veneno
  • 1971 – Canção das ninfas
  • 1971 – As mulheres do cabelo de metal
  • 1971 – Mutreta
  • 1973 – Nicoleta Ninfeta
  • 1975 – Marcella
  • 1975 – As Traças
  • 1977 – Anastácia
  • 1978 – Uma aventura dentro da noite
  • 1978 /1979 – A santa vaca
  • 1978/1979 – Patuá
  • 1978/1979 – Maria Padilha
  • 1979 – O gigolô (como Oliver Rivers)
  • 1979 – Prazer de pecar
  • 1980 – Marcellina
  • 1981 – Eu sou uma lésbica
  • 1997 – Entre o reino de Deus e o reino do Diabo

Autobiografia

  • 1977 – Censura – minha luta, meu amor
  • 2000 – MezzAmaro – flores e cassi

Póstumos

  • 2005 Crime de honra

Imagem da capa do livro “A volúpia do pecado”

Vídeos sobre:

Leia mais:

https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/historia-cassandra-rios.phtml: Cassandra Rios https://www.bpp.pr.gov.br/sites/biblioteca/arquivos_restritos/files/documento/2024-07/C%C3%A2ndido%20152%20-%20Julho%20de%202024.pdf: Cassandra Rios https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2019/03/31/quem-foi-cassandra-rios-a-escritora-mais-censurada-da-ditadura-militar.ghtml: Cassandra Rios

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AUTOR

Adolfo Caminha

Adolfo Ferreira dos Santos Caminha (1867-1897) foi o primeiro escritor brasileiro a retratar em uma obra literária um personagem homossexual, lançado em 1895 “Bom crioulo” chocou a sociedade da época. Nascido no Rio de Janeiro, além de escritor também serviu a marinha.

SUAS OBRAS

  • Voos incertos (1886) poesia
  • Judite (1887) contos
  • Lágrimas de um crente (1887) romance
  • A Normalista (1893) romance
  • No pais dos leques (1894) romance
  • Bom Crioulo (1985) romance
  • Cartas literárias (1895) romance
  • Tentação (1896)
  • Ângelo (romance inacabado)
  • O Emigrando (romance inacabado)

Bom Crioulo (1895) – Adolfo Caminha

Amaro, o personagem principal, é um escravo foragido que anseia ser dono de seu próprio destino. É aceito como marinheiro, o que lhe permite realizar o seu sonho de liberdade e que, associado ao seu físico imponentemente muscular, “sem um osso à vista”, claramente mais possante que o dos outros marujos, o transforma em alguém voluntarioso e benevolente, de tal forma que recebe a alcunha “Bom Crioulo”. A disciplina da Marinha de Guerra parece-lhe suave quando comparada com a das fazendas de café, onde era escravo, e o Bom Crioulo só vai senti-la duramente quando conhece Aleixo, um belo grumete adolescente louro, de olhos azuis, por quem se apaixona. Amaro deixa de ser o marinheiro submisso. Envolve-se em brigas para defender o seu amado, embebeda-se, é castigado. Mas o que obtêm em troca de Aleixo é mais gratidão que amor.

A obra assim como outras do autor se encontra em domínio público. Para baixar basta acessa o site do domínio púbico: http://www.dominiopublico.gov.br/

Leia Mais:

https://revistas.editora.ufcg.edu.br/index.php/RLR/article/view/1165: Adolfo Caminha https://www.luacheia.art.br/index.php/news/memoria/item/68-adolfo-caminha-o-escritor-e-o-homem: Adolfo Caminha